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A não ser que tenha deixado algo gravado ou escrito para a posteridade — e ninguém tem certeza de que tal documento exista — esse pedaço de história do Brasil real nunca virá a público, exceto por certos relatos que fez a pessoas próximas. Lauro Jardim, em O Globo

Da Redação

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O ex-ministro Gustavo Bebianno morreu aos 56 anos de idade em um sítio em Teresópolis.

Ele foi um dos principais articuladores da campanha de Jair Bolsonaro ao Planalto, como integrante do PSL.

Foi o responsável por levar a candidatura de Bolsonaro ao partido, razão pela qual se tornou presidente da legenda.

Ganhou um cargo chave no Planalto, mas foi afastado depois de uma disputa com Carlos Bolsonaro.

Hoje, era candidato a prefeito do Rio pelo PSDB.

A morte de Bebianno foi recebida com incredulidade nas redes sociais.

“Será que ele não deixou nada registrado, documentado e autenticado, como experiente advogado?”, perguntou o ex-deputado Chico Alencar.

“Morte prematura de um forte conhecedor das fraudes praticadas na campanha de Jair Bolsonaro”, escreveu o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP).

“Virá bomba por aí? Aguardemos”, reagiu a ex-deputada Vanessa Grazziotin.

Chamou a atenção a última frase de Bebianno registrada pela grande imprensa.

“Todos que tentam trabalhar terminam alvejados pelas costas. O Brasil ainda vai enxergar quem são Bolsonaro e seus filhotes”.

Bebianno comentava a fritura do general Luiz Eduardo Ramos, que substituiu outro general, Carlos Alberto Santos Cruz, também fritado, na Secretaria de Governo que Bebianno ocupou no início do governo Bolsonaro.

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