Tijolaço

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Saíram as contas do Produto Interno Bruto de 2019, feitas pelo IBGE e, pelo terceiro ano, o resultado permaneceu nos arredores de 1%: 1,1% no ano que passou e 1,3% em 2016 e 2017.

Muito fraco, claro, porque significa, em escala nacional e anual, alguns trocados, apenas, um crescimento que se poderia chamar de vegetativo.

Mas o número só tem importância para assinalar que os freios colocados pela crise mundial sobre o Brasil já encontram o país em marcha muito lenta e, portanto, bem perto de parar.

Os indicadores antecedentes da atividade econômica em janeiro permitem imaginar que seu crescimento foi, na melhor das hipóteses, pífio, antes mesmo das apreensões sobre o coronavírus.

O dito “mercado” não se incomodou muito, porque um resultado fraco até ajuda em suas pressões para que o BC, muito além os limites da responsabilidade, corte mais os juros e irrigue o mercado financeiro.

Estão todos focados no jogo especulativo de curtíssimo prazo, e dane-se (ou a palavra preferida pelo General Heleno) o fato de que que a economia real, logo vá pagar o preço deste terremoto também aqui.

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