Diário do Centro do Mundo

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Sérgio Reis

Um vídeo circulando pelas redes sociais com o cantor sertanejo Sérgio Reis falando groselha sobre o ato golpista de 15 de março.

“Chegou a hora da gente mostrar o amor que temos pela nossa pátria, o respeito que temos pelo nosso presidente Bolsonaro e a vergonha que nós temos desse Supremo, desses políticos lá em cima”, diz ele, fantasiado de Tom Mix.

“Temos de tirar essa raça de lá. É uma raça, é isso que estou falando, é uma raça”.

[...]

Uma raça, repito.

“Fui quatro anos deputado e não tem jeito. Quando eles falam não é não”. 

Serjão está chocando com os parlamentares, aparentemente.

Pela hipocrisia truculenta, Sérgio é o homem ideal para conclamar as massas bolsonaristas. 

Em junho de 2015, os juízes TRE de São Paulo desaprovaram suas contas de deputado federal. Fora eleito pelo nanico Partido Republicano Brasileiro (PRB). A decisão foi unânime.

O relator do processo, desembargador Mário Devienne Ferraz, salientou que “as irregularidades apontadas persistem e possuem natureza insanável”.

Segundo o processo, ele alterou o valor de despesas com pessoal, sem apresentar a documentação correspondente, entre outras coisas.

Em 2017, o sujeito voltou ao noticiário.

Em levantamento do Intercept Brasil, o intérprete de “Menino da Porteira” aparecia como campeão no ranking dos deputados que mais receberam verba para emendas naquele ano: R$ 8.406.533,39.

Sérgio Reis, ao menos, é coerente ao tratar seu público como gado.

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